Até do Japão chega ajuda para as vítimas da serra do Rio de Janeiro.
Nesta quinta-feira, dia 27, o governo japonês confirmou a liberação imediata de 100 mil dólares em ajuda às vítimas. Os recursos estão sendo destinados através da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) no Brasil.
Segundo o diretor da ADRA Brasil, Paulo Lopes, os recursos beneficiarão 900 famílias com a compra, principalmente, de utensílios de cozinha e toalhas de banho e rosto Agência atua fortemente na região desde o início da catástrofe
A ADRA (www.adra.org) está presente em 125 países e no Brasil, dede 1985, e trabalha em cinco frentes: segurança alimentar, desenvolvimento econômico, educação básica, saúde primária e preparo e resposta a situações de emergência. Em todo o planeta, seus projetos auxiliam mais de 25 milhões de pessoas a cada ano. No Brasil, em 2009, a ADRA executou mais de 120 projetos que beneficiaram mais de 350 mil pessoas com investimento de mais de 11 milhões de dólares.
E Nesta sexta-feira, a Espanha também sinalizou com recursos da área privada para ajudar as vítimas da serra do Rio de Janeiro. A Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais espanhola confirmou repasse de 62 mil dólares à Agência no Brasil para auxiliar 600 famílias necessitadas com kits de higiene, cobertores e lençóis. Os recursos são de entidades privadas, inclusive banco.
Conta bancária ADRA Brasil
Banco: Bradesco
Agência: 3416-9
Conta Corrente: 30.050-0
Em nome da ADRA Brasil – CNPJ 001467063/00001-15
Telefone para contato e informações: (21) 2199-1000
ADRA Recebe US$ 100 Mil dos EUA para ajudar vítimas das enchentes.
A Embaixada dos Estados Unidos confirmou nesta sexta-feira, dia 14 de janeiro, que o governo norte-americano irá doar 100 mil dólares para assistência às vítimas das enchentes nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. O recurso será repassado à Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA).
“Nossos pensamentos e orações estão com as famílias afetadas por este desastre natural. Esta é uma contribuição do povo dos Estados Unidos para o povo do Brasil, para apoiar a superação desta tragédia”, diz em nota o embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon.
Segundo a nota da embaixada americana, o dinheiro deve ser destinado à aquisição de produtos de higiene pessoal e limpeza e roupas.
A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e o Escritório de Assistência a Desastres no Exterior da USAID (OFDA) são os responsáveis pela doação dos recursos e coordenação das ações.
A ADRA (www.adra.org) está presente em 125 países mundiais e trabalha em cinco frentes: segurança alimentar, desenvolvimento econômico, educação básica, saúde primária e preparo e resposta a situações de emergência. Em todo o planeta, seus projetos beneficiam mais de 25 milhões de pessoas a cada ano. No Brasil, em 2009, a ADRA executou mais de 120 projetos que beneficiaram mais de 350 mil pessoas com investimento de mais de US$ 11 milhões.
Postos de coleta da ADRA Rio de Janeiro (24 horas)
Rua do Matoso, 97 – Praça da Bandeira – Rio de Janeiro – RJ
Rua Desembargador Ferreira Pinto, 721, Centro – Itaboraí – RJ
Avenida 7 de Setembro, 69 Bairro Icaraí – Niterói- RJ
Conta corrente da ADRA Rio
Banco: Bradesco
Agência: 1125-8
Conta corrente: 43493-0 em nome de Instituição Adventista Este Brasileira de Educação e Assistência Social
CNPJ: 73.686.370/0002-89
Por Felipe Lemos, com informações da Embaixada
Bater eu Corrigir?
Bater ou Corrigir?
A polêmica de “bater” ou não nos filhos continua. A proposta do governo, enviada ao Congresso no começo deste mês, “estabelece o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante”. Hoje o Data folha publicou uma pesquisa interessante sobre o assunto. A amostragem confirmou o que se imaginava. A maioria dos brasileiros já apanhou dos pais. E também já bateu nos filhos. E mais: é contra o projeto do governo federal que proíbe as palmadas, beliscões e castigos físicos em crianças. Dos 10.905 entrevistados, 54% disseram ser contra o projeto. 36% concordam com a proposta do presidente Lula. Outro detalhe da pesquisa é que os meninos costumam apanhar mais, e as mães (69%) batem mais do que os pais (44%). No total, 72% disseram ter sofrido castigo físico. 16% destes afirmaram que isso acontecia sempre. “Bater” é uma expressão muito pesada. Prefiro chamar de “correção”. Os defensores da correção física são contundentes. Os contrários, também. Quando menino, levei algumas palmadas e beliscões. Confesso que não fiquei traumatizado e foram extremamente importantes para corrigir rotas e tendências não tão positivas. Como pai, também usei dessas atribuições. A esposa, confirmando a pesquisa, um pouco mais. Porém, sempre com equilíbrio. E o equilíbrio, sem dúvida, é o “x” da questão. Antes da correção, propriamente dita, uma conversa séria, franca. A criança precisa entender as razões da “punição” ou das “chineladas”. É a hora da verdade. E é a hora onde a raiva, “surpreendentemente”, esvai-se rapidamente. Ganha o pai e ganha a criança. Por isso, prefiro ficar com a Bíblia. “Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte.” Provérbios 23:13 e 14.
Fonte: Blog Amilton Menezes
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