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Carta do Apóstolo Paulo às

Carta do Apóstolo Paulo às
igrejas do Brasil

Carta
do Apóstolo Paulo às igrejas do Brasil

Pequena ilustração da
carta que o Apóstolo Paulo mandaria para as igrejas do Brasil.

Prefácio e Saudação

Paulo,
apóstolo, não da parte de homens, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, a todos
os santos e fiéis irmãos em Cristo Jesus, que se encontram em terras
brasileiras, graça e paz a vós outros.
Exortações à Igreja
Rogo-vos
para que não haja partidos entre vós. Mas vejo que é isso que está ocorrendo,
pois uns dizem: eu sou de Malafaia; outros, de Macedo; outros, de Soares. Quem é
Malafaia? Quem é Soares? [1] Por acaso Cristo está dividido? Não são neles que
devemos postar nossos olhos, mas em Cristo, o único que morreu por nós.
Vejo
que ainda sois meninos na fé quando o propósito de cada um é só buscar bênçãos
para si, visando os próprios interesses e não o interesse do Corpo. Digo-vos que
a maior benção já vos foi concedida na cruz quando fostes resgatados da morte e
das trevas. Agora, aprendam a viver contentes e dar graças a Deus por tudo
[2].
Sinais e Prodígios
Assim
como os judeus pediam sinais em minha época [3], há muitos que só pensam em
prodígios e maravilhas: fazem correntes e marcam hora para as curas se
efetuarem, e eu já havia advertido aos seus irmãos de Tessalônica que tão
somente orassem o tempo todo, [4] pois apenas Deus é quem sabe a hora de
atender. Eu mesmo deixei Trófimo doente em Mileto, [5] o amado Timóteo foi
medicado enquanto esperava o Senhor curar sua gastrite, [6] e Epafrodito adoeceu
mortalmente chegando às portas da morte [7]. Por que entre vós seria
diferente?
Na
verdade muito me esforcei e fiz de tudo para ver se conseguia salvar a alguns
[8]. Nunca ensinei a reivindicar territórios, mas tão somente orava a Deus que
me abrisse uma porta para pregar a Palavra [9].

Cuidado com os falsos apóstolos


muitos homens gananciosos aparecendo no meio de vós dizendo que são apóstolos e
criando hierarquias para exercer domínio uns sobre os outros, coisa que nunca
aprovei. Porque tanta preocupação com títulos? Por que ninguém se contenta em
ser chamado simplesmente servo? Pois isso é o que realmente importa. Saibam que
há muitos obreiros fraudulentos transformando-se em apóstolos do Senhor
[10].

vos advertira que depois da minha partida, entre vós penetrariam lobos vorazes
que não poupariam o rebanho de Cristo [11].
Sobre os dons espirituais
Soube
que muitos estão preocupados com os dons. É verdade que eles são importantes,
mas o Espírito concede a cada um conforme melhor lhe convém [12]. Tenho
percebido que valorizam principalmente os dons sobrenaturais – línguas, visões,
curas e revelações – e esquecem-se que ensinar bem as Escrituras, administrar
com zelo as coisas de Deus e promover socorro aos necessitados também são dons
espirituais [13].
Mas
o que eu quero mesmo é que estejais buscando para suas vidas o fruto do
Espírito. Não adianta ter fé suficiente para curar pessoas, transportar montes e
expulsar demônios se ficam devorando uns aos outros, [14] se não têm amor, e dão
um testemunho pior que os gentios.
Ofertas ao Senhor
Quanto
às ofertas e sacrifícios, já falei por carta: no primeiro dia da semana cada um
separe segundo sua prosperidade [15]. Nunca fiz leilão de bênçãos do Senhor,
desafiando o povo a ofertar começando com 10 moedas de ouro até chegar ao que
tinha um denário. O único sacrifício aceitável por Deus já foi feito na cruz
pelo seu Filho Jesus.
Quando
Deus me der oportunidade de visitar-vos quero conhecer os que estão se
enriquecendo com o Evangelho e enfrentar-lhes face a face. A piedade jamais pode
ser fonte de lucro [16] e se continuarem nessa sórdida ganância acabarão por se
desviarem se da fé e a si mesmos se atormentarão com muitas dores
[17].

As saudações pessoais

Rogo-vos,
irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos; afastai-vos
deles, porque esses tais não servem a Cristo, e sim a seu próprio ventre [22].
Em breve vos vereis. Saudai-vos uns ao outros com um beijo no rosto [23].
A
graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo
sejam com todos vós [24].
Referências:

[1]
(1Co 3.5)
[2] (Fp 4.11; 1Ts 5.18)
[3] (1Co 1.22)
[4] (1Ts 5.17)
[5]
(2Tm 4.20)
[6] (1Tm 5.23)
[7] (Fp 2.27-30)
[8] (1Co 9.22)
[9] (Cl
4.3)
[10] (1Co 11.3)
[11] (At 20.29)
[12] (1Co 12.7)
[13] (Rm
12.7-8)
[14] (Gl 5.15)
[15] (1Co 16.2)
[16] (1Tm 6.5)
[17] (1Tm
6.10)
[18] (2Co 11.4)
[19] (At 17.11)
[20] (2Co 11.14)
[21] [1Co
4.6]
[22] (Rm 16.17-18)
[23] [Rm 16.16]
[24] (2Co 13.13)
Autor:
Pr. Daniel Rocha

História da Igreja

“Em apenas um século e meio a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem crescido de um punhado de pessoas, que diligentemente estudaram a Bíblia em procura da verdade, para uma comunidade mundial de mais de oito milhões de membros e, outros milhões, que consideram a Igreja Adventista seu lar espiritual.

Doutrinariamente, os Adventistas do Sétimo Dia são herdeiros do supradenominacional movimento Milleriano da década de 1840. Embora o nome “Adventista do Sétimo Dia” tenha sido escolhido em 1860, a denominação não foi oficialmente organizada até 21 de maio de 1863, quando o movimento incluía cerca de 125 Igrejas e 3.500 membros.

Entre 1831 e 1844, Guilherme (William) Miller - um pregador Batista e ex-capitão de Exército da Guerra de 1812 – lançou o grande despertar do segundo advento, o qual eventualmente se espalhou através da maioria do mundo cristão. Baseado em seu estudo da profecia de Daniel 8:14, Miller calculou que Jesus poderia retornar a Terra em 22 de outubro de 1844. Quando Jesus não apareceu os seguidores de Miller experimentaram o que veio a se chamar “O Grande Desapontamento”.

A maioria dos milhares que haviam se juntado ao movimento saiu em profunda desilusão. Uns poucos, no entanto, voltaram para suas Bíblias para descobrirem porque eles tinham sido desapontados. Logo eles concluíram que a data de 22 de outubro tinha na verdade estado correta, mas que Miller tinha predito o evento errado para aquele dia. Eles se convenceram que a profecia bíblica previa não o retorno de Jesus à Terra em 1844, mas que Ele começaria naquela data um ministério especial no céu para Seus seguidores. Assim, eles continuaram a esperar pelo breve retorno de Jesus, como fazem os Adventistas do Sétimo Dia ainda hoje.

Deste pequeno grupo que se recusou a desistir depois do grande desapontamento, surgiram vários líderes que construíram a base do que viria a ser a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Destacam-se dentre estes líderes um jovem casal - Tiago e Ellen White – e um capitão de navio aposentado, José Bates.

Este pequeno núcleo de “adventistas” começou a crescer – principalmente nos estados da Nova Inglaterra na América do Norte – aonde o movimento de Miller havia começado. Ellen White, apenas uma adolescente na época do grande desapontamento, desenvolveu-se em uma dotada escritora, oradora e administradora, se tornando, e permanecendo, a conselheira espiritual de confiança da família Adventista por mais de 70 anos até sua morte em 1915. Os primeiros Adventistas vieram a acreditar – como têm os Adventistas desde então – que ela desfrutou da direção especial de Deus enquanto ela escrevia seus conselhos para o crescente grupo de crentes.

Em 1860, em Battle Creek, Michigan, EUA, um punhado de congregações de Adventistas escolheu o nome Adventista do Sétimo Dia e em 1863organizaram formalmente o corpo da Igreja com um número de 3.500 membros. No princípio, a atuação foi em grande parte limitada a América do Norte, até 1874 quando o primeiro missionário da Igreja, John Nevins Andrews, foi enviado para Suíça. A obra na África foi iniciada timidamente em 1879 quando Dr. H. P. Ribton, um recente converso na Itália, se mudou para o Egito e abriu uma escola, mas o projeto terminou quando tumultos começaram a surgir nas vizinhanças. O primeiro país cristão não-protestante a receber a Igreja foi a Rússia, aonde um ministro adventista foi enviado em 1886. Em 20 de outubro de 1890, a escuna Pitcairn foi lançada em São Francisco e logo designada para levar missionários para as ilhas do Pacífico. Missionários Adventistas do Sétimo Dia entraram pela primeira vez em países não-cristãos em 1894 – Costa Dourada (Gana), oeste da África, e Matalbeleland, África do Sul. No mesmo ano, missionários vieram a América do Sul, e em 1896 havia representantes no Japão. A Igreja hoje tem atuação estabelecida em 209 países.

A publicação e distribuição de literaturas foram os principais fatores no crescimento do movimento do Advento. A ‘Advent Review’ e o ‘Sabbath Herald’ (hoje ‘Adventist Review’), órgão geral de comunicação da Igreja, foram lançados em Paris, Maine, em 1850; o ‘Youth’s Instructor’ em Rochester, Nova Iorque, em 1852; e o ‘Signs of the Times’ em Oakland, Califórnia, em 1874. A primeira Casa Publicadora denominacional em Battle Creek, Michigan, começou a operar em 1855 e foi devidamente incorporada em 1861 com o nome de Associação de Publicação Adventista do Sétimo Dia.

O Instituto de Reforma da Saúde, conhecido mais tarde como Sanatório Battle Creek, abriu suas portas em 1866, e a obra da sociedade missionária foi estabelecida em nível estadual em 1872, e 1877 viu a formação das Associações das Escolas Sabatinas em todo o Estado. Em 1903, a sede da denominação se mudou de Battle Creek, Michigan, para Washington, D.C., e em 1989 para Silver Spring, Maryland, aonde ela continua a formar o nervo central do trabalho sempre em expansão.”

Educação Para a Eternidade

15 de março de 2010

Educação Para a Eternidade

“João escreve: “Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a Palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.” I João 2:14. E Paulo exorta Tito a pedir aos jovens que sejam “moderados”. Tito 2:6. Elevai vossa alma para ser como Daniel, um leal e firme servo do Senhor dos Exércitos. Ponderai bem a vereda de vossos pés; pois pisais em terra santa, e os anjos de Deus vos estão ao redor.
É justo sentirdes que deveis chegar ao mais alto lance da escada educacional. A Filosofia e a História são importantes estudos; mas vosso sacrifício de tempo e dinheiro de nada valerá se não empregardes vossas realizações para a honra de Deus e o bem da humanidade. A menos que o conhecimento da ciência seja um degrau para a obtenção de mais altos objetivos, é sem valor.
É inútil a educação que não fornece conhecimento tão duradouro como a eternidade. A não ser que mantenhais o Céu e a vida futura e imortal diante de vós, vossas realizações não são de valor permanente. Se, porém, Jesus for o vosso mestre, não somente um dia da semana, mas todos os dias, todas as horas, podereis receber a Sua aprovação na perseguição das realizações intelectuais.” Fundamentos da Educação Cristã, págs. 191 e 192.

A lei dominical Vem ai

Alemanha reafirma lei dominical | IASD Jovem – Jovens Adventistas do Sétimo Dia

Coincidindo com a aprovação da constituição do Tratado de Lisboa pela União Europeia em 1º de dezembro, o Tribunal Constitucional da Alemanha determinou que a capital da nação deve, como o restante do país, reger-se pela lei que institui o domingo como dia “de descanso do trabalho e de crescimento espiritual” (Deutsche Welle, 1º de dezembro). Desde a guerra, Berlim havia estabelecido sua própria legislação admitindo dez domingos de atividades comerciais por ano. Agora, essa decisão local foi anulada.

Valendo a partir de 1º de janeiro de 2010, Berlim deve se alinhar com a lei que institui

o domingo como dia de descanso e contemplação religiosa, como manda a Lei Fundamental da Alemanha [Constituição].

A lei atual que estabelece o domingo como dia semanal de adoração na Alemanha consta de um apêndice da Lei Fundamental sob o título: “Extratos da Constituição alemã de 11 de agosto de 1919 [Constituição de Weimar].” Lá, no subtítulo “Religião e Sociedades Religiosas”, Artigo 139, encontra-se o que está dito: “Os domingos e feriados reconhecidos pelo Estado devem permanecer protegidos por lei como dias de descanso do trabalho e de crescimento espiritual.”

Embora, sob essa mesma seção, o Artigo 137 (1) declare que não deve haver nenhuma “igreja estatal”, o efeito da lei dominical é institucionalizar o catolicismo romano e suas filhas eclesiásticas como religião estatal na Alemanha.

Os conhecedores da história do Sacro Império Romano da nação alemã verão esse ato da Suprema Corte Alemã como um passo a mais para estabelecer a religião de Roma, não apenas como a religião oficial da Alemanha, mas sobre toda a comunidade europeia sujeita ao tratado nesse dia infame, 1º de dezembro de 2009.

As profecias de Apocalipse 13 assumem assombrosa atualidade com essa recente decisão do Tribunal Constitucional da Alemanha.

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