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Acampamento 2011 – Querência-MT

 

Já está quase tudo pronto para o acampamento 2011 no municipio de Querência e estamos aguardando a todos dos demais municipios vizinhos.

A Comissão Organizadora pede as igrejas que vão e queremos que todas esteja presentes, para confirmar a participação até o dia 22 de Junho de 2011.

QUE DEUS ESTEJA COM TODOS.

Bom de Biblia

Vam ai o Bom de biblia 2011 prepare-se. 1ª etapa dia 26 de Março

Regulamentos

Acampamento 2011

VEM AI O ACAMPAMENTO 2011.

Já está definido o local e a data do acampamento:

Local: Fazenda Perin

Data: 22, 23 e 24 de Julho de 2011

FOTOS DO lOCAL.

Radio Advaí

Rádio Advai

Casa online de Natal

Casa online de Natal, não perca essa oportunidade de bons materiais para enriquecer sua vida espiritual é nos dias 27 e 28 de Novembro de 2010…Acesse em http://www.cpb.com.br/online/

FESTA NA IGREJA DE QUERÊNCIA-MT

Nos dias 22 a 24 de outubro a igreja de Querência-MT, estará em festa.

No dia 22 sexta a noite e 23 sábado aconterá a o evento esperado por todo nós,  o grupo adventista de Querência estará passando de grupo para Igreja Organizada. para honra e gloria de nosso Deus a igreja está crescendo.

Desde já convide a todos que possa vim…estamos de abraços abertos para receber todos.

Acampamento Jovem da Região do Médio Araguaia – Distrito de Querência -MT

Acampamento do Baixo Araguaia já está com DATA e LOCAL marcado. Acontecerá nos dias 23,24 e 25 de Julho em Luciara-MT. VOCÊ pagará somente R$: 20,00 Reais pelo o Café da Manhã, Almoço e Janta e tem mais a Direção da Associação Matogrossense vai está lá junto com Sels, então já vai arrumando sua mochila e já reserve sua passagem para marcar presença também, Deus tem muitas benções pra VOCÊ nesse acampamento.

Leia o Livro “Grande Conflito”.

I. O Destino do Mundo

Predito o Destino do Mundo

“Ah! se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! mas agora isto está encoberto aos teus olhos. Porque dias virão sobre ti, em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te estreitarão de todas as bandas; e te derribarão, a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, pois que não conheceste o tempo da tua visitação.” Luc. 19:42-44.

Do cimo do Monte das Oliveiras, Jesus olhava sobre Jerusalém. Lindo e calmo era o cenário que diante dEle se desdobrava. Era o tempo da Páscoa, e de todas as terras os filhos de Jacó se haviam ali reunido para celebrar a grande festa nacional. Em meio de hortos e vinhedos, e declives verdejantes juncados das tendas dos peregrinos, erguiam-se as colinas terraplenadas, os majestosos palácios e os maciços baluartes da capital de Israel. A filha de Sião parecia dizer em seu orgulho: “Estou assentada como rainha, e não … verei o pranto”, sendo ela tão formosa então e julgando-se tão segura do favor do Céu como quando, séculos antes, o trovador real cantara: “Formoso de sítio, e alegria de toda a terra é o monte de Sião … a cidade do grande Rei.” Sal. 48:2. Bem à vista estavam os magnificentes edifícios do templo. Os raios do Sol poente iluminavam a brancura de neve de suas paredes de mármore e punham reflexos no portal de ouro, na torre e pináculo. Qual “perfeição da formosura”, levantava-se ele como o orgulho da nação judaica. Que filho de Israel poderia contemplar aquele cenário sem um estremecimento de alegria e admiração?! Entretanto, pensamentos muito diversos ocupavam a mente de Jesus. “Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela.” Luc. 19:41. Por entre o universal regozijo de Sua entrada triunfal, enquanto se agitavam ramos de palmeiras, enquanto alegres hosanas despertavam ecos nas colinas, e milhares de vozes O aclamavam Rei, o Redentor do mundo achava-Se oprimido por súbita e misteriosa tristeza. Ele, o Filho de Deus, o Prometido de Israel, cujo poder vencera a morte e do túmulo chamara a seus cativos, estava em pranto, não em conseqüência de uma mágoa comum, senão de agonia intensa, irreprimível.

Suas lágrimas não eram por Si mesmo, posto que bem soubesse para onde Seus passos O levariam. Diante dEle jazia o Getsêmani, cenário de Sua próxima agonia. Estava também à vista a porta das ovelhas, através da qual durante séculos tinham sido conduzidas as vítimas para o sacrifício, e que se Lhe deveria abrir quando fosse “como um cordeiro” “levado ao matadouro”. Isa. 53:7. Não muito distante estava o Calvário, o local da crucifixão. Sobre o caminho que Cristo logo deveria trilhar, cairia o terror de grandes trevas ao fazer Ele de Sua alma uma oferta pelo pecado. Todavia, não era a contemplação destas cenas que lançava sobre Ele aquela sombra, em tal hora de alegria. Nenhum sinal de Sua própria angústia sobre-humana nublava aquele espírito abnegado. Chorava pela sorte dos milhares de Jerusalém – por causa da cegueira e impenitência daqueles que Ele viera abençoar e salvar.

Vai, Voa!


Os pássaros aquecem seus ovos como se fossem a coisa mais importante do mundo, e depois que racham, acabam por se tornar ainda mais especiais. Quando os filhotes nascem, os pássaros saem em busca de alimento e de forma alguma voltam com o bico vazio. Mesmo cansados, eles não se contentam apenas em trazer a comida, como a colocam na boca de cada um dos passarinhos.
Os pais acariciam a barriga grávida como se fosse a coisa mais importante do mundo, e depois que ela se abre, acaba por se tornar ainda mais especial. Quando os filhos nascem, os pais saem em busca de alimento e de forma alguma voltam com a mão vazia. Mesmo cansados, eles não se contentam apenas em trazer a comida, como a colocam na boca de cada um dos filhinhos.
Os pais se assemelham muito com os pássaros. Dão colo, carinho, atenção. De algum lugar eles tiram uma força inexplicável que medir esforços para que seus filhotes tenham sempre o melhor possível. Sempre pensam no passado, no presente e no futuro com olhos que parecem bolas de cristal, pois sabem exatamente quais as consequências que cada atitude e escolha dos seus filhos terão um pouco mais a frente.
Mas pais e pássaros não são completamente iguais. Há um momento decisivo na vida de um pássaro que é quando seus pais o empurram do ninho. Ele vai caindo, pronto a se espatifar no chão, mas sua mãe não vai atrás. Para os pais esse momento é difícil, e geralmente é o próprio filho que se empurra do ninho e parece cair para um precipício imenso.
O pai cai junto, chora junto, sofre junto, até perceber que o filho só está crescendo e criando suas próprias asas. O desprendimento é sempre difícil, mas é necessário para que os filhotes virem adultos e alcem seus próprios voos. Chega a hora que assim como os pássaros, os pais precisam olhar para os seus filhos e saberem que a sua parte foi cumprida. Aí, lá de baixo, mas com os olhos sempre mirando para o alto, eles passarão a maior segurança ao dizer: Vai, voa!

Chuva


Certa manhã de Sábado, eu estava querendo ir juntamente com minha família à igreja. Chovia muito e minha preocupação era como chegar à igreja sem se molhar, pois um longo caminho havia de ser percorrido até a mesma. Foi aí que eu, com um ato de egoísmo tipicamente humano, orei para que Deus cessasse a chuva, e como que por um milagre aos meus olhos, poucos minutos depois, a chuva parou. Nesse momento, em minha mente caía uma tempestade dos mais variados pensamentos. Orei para que a chuva parasse, porque eu queria que assim fosse, porque eu queria que o meu desejo fosse atendido. Mas esqueci das inúmeras pessoas que faziam uma súplica diferente da minha, essas pessoas oravam para que chovesse mais.
Logo, aquele turbilhão de pensamentos tornou-se uma bela mensagem em meu coração. Deus derrama chuva para todos. Ele não escolhe mandar chuva só para quem precisa, e o mesmo Ele faz com as bênçãos. Ele derrama chuvas de bênçãos para todos, por mais pecadores que sejamos. A diferença é que muitos não estão preparados para receber essas bênçãos. Muitas vezes estamos mais preocupados com a tempestade diária de problemas, de afazeres, dias cada vez mais corridos, esquecendo-nos de nossa comunhão constante e diária com Deus.
A chuva cai para todos, e bênçãos também. Faça um pacto com Deus, entregue sua vida a Ele, faça dEle o seu ponto de referência, faça dEle o seu amigo particular. Com certeza, você saberá reconhecer o que Ele faz em sua vida, aproveitando cada gota da chuva de bênçãos do Nosso Senhor Jesus Cristo.
“O Senhor é o meu pastor e nada me faltará”, é a Sua promessa, e Ele a cumpre cada dia na minha e na sua vida. Aceite-O, e uma grande mudança haverá em seu viver.

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